Leia o “post” abaixo e comente. É só clicar no “link” e pronto!
Abraços,
Luciano Almeida Ferreira.
É só clicar aqui http://www.gr.unicamp.br/ceav/revistaensinosuperior/ed02_novembro2010/ed_02_novembro2010_entrevista.php
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maio 15, 2011 às 3:05 am |
[...] http://lucianoaferreira.wordpress.com/2011/05/15/o-gargalo-e-a-inadequacao-do-ensino-medio-e-sua-rep… [...]
maio 15, 2011 às 12:07 pm |
Olá professor!
Na minha opinão todos os problemas que envolvem a educação no Brasil,
se resume na falta de vontade de melhorá-lo ou resolvê-lo.
Os sujeitos dessa má vontade não querem uma educação de qualidade para que não sejam questionados, ou pior ainda, que não saibam responder.
Abraços
maio 15, 2011 às 12:19 pm |
O ponto relevante do texto, que Dr. S. não diz, é que não é a educação que dá “dignidade” ao ser humano, mas o trabalho. Sem trabalho (diga-se mais claro, dinheiro) o indivíduo não é nada (muito menos cidadão). Nesse modelo social, é fácil concordar com isso. Fora essa indicação (que não é clara), Dr. S. dizer que o EM tem função de “criar pessoas capazes de formar caminhos diferentes contradiz com o que ele mesmo critica quando à ligação do EM ao setor produtivo, bem como a idade que as “crianças” entram no EM, sem maturidade para a escolha de seus caminhos. E quanto à qualificação do profissional? Será mesmo que o investimento para que o profissional não prefira outro país (ou exerça mal a profissão) deve ser só para o doutorado e o pós-doutorado. Dr. S. equivoca-se em praticamente tudo. Me parece um médico da UPA (que ele critica a formação, pois passa pelo modelo de universidade considerada defeituosa por ele): olha o doente, da um dianóstico (sem exames, simplista) e medica. O que será desse paciente? É evidente que a posição de Dr. S. condiz com seu pensar/opção ideológico(a) que se contra põe à minha. Por isso as críticas contundentes. Concordo que a ligação com o setor produtivo é importante. Mas suas soluções atendem pouco à uma população brasileira que carece muito mais do que ele propõe.
maio 15, 2011 às 12:21 pm |
Realmente, o Brasil tem grau diferença do ensino de outros país, pois sistemática do Brasil e uma só, Ensino profissional ou técnico são pequenos em questão da acessibilidade dos alunos. Hoje o ensino do Brasil tanto no Ensino Básico ou Superior enfrentar dificuldade em relação da diversidade, pois a Lei de Diretrizes e Bases inclui essa concepção de dar alternativas. Mas, na prática brasileira, o que vem acontecendo é colocar mais matérias obrigatórias, onde a diversidade fica de lado.
Gostei muito da proposta que o aluno quando esta cursando o ensino superior pode lencionar, é boa alternativa para alunos consegui extra ( dinheiro) para estudos e também uma maneira dele experimentar a docência.
maio 15, 2011 às 12:25 pm |
Falar sobre educação Brasileira realmente é bem complexa, não é a toa que ultimamente virou manchete nos telejornais. Será que estamos em crise? ou nunca saimos dela? rsrsrsr. A entrevista foi bastante pertinente, se a educação brasileira não está dando certo, devemos tentar outras formas de adecação. Trabalhei em uma escola pública, atuei como coordenadora pedagógico dos níveis fundamentaís e médios, era terrivel trabalhar com o ensino noturno, não tinha professores, alunos desenteressados, evasão, não foi uma experiencia legal. Acredito mesmo que a educação brasileira precisa ser reformulada, temos um alundado diferenciado, a própria história brasileira nos proporcionou isso, e quando o entrevistado faz menção ao fato de o Brasil ter epenas um sistema unico de ensino não está levando em consideração as inteligencias múltiplas de cada aluno, e claro que irá refletir na vida academica desse.
maio 15, 2011 às 12:35 pm |
A problemática não só do ensino médio,mas de todo modelo educacional em especial, está claramente relacionada a falta de vontade política.Nosso modelo educacional é copiado de outros países,algo que adoramos fazer desde os primórdios, os próprios gestores do sistema não tem interesse que as classes menos favorecidas sejam incluídas de fato, e outros segmentos da sociedade com interesses difusos, não são contemplados no modelo brasileiro. Falar em solução para essa dicotomia é,no mínimo,delicado.Mas acredito que está na compensação financeira justa, boa formação de profissionais e alinhamento de objetivos desde as primeiras séries, o primeiro passo para a solução.
maio 15, 2011 às 12:38 pm |
A entrevista feita a Simon Scheartzman deixa claro o que muitos de nós já questionamos, as deficiências no ensino em todas as fases devido a varios fatores e deixa a indagação, o que fazer? como fazer? tendo em vista um problema que inicia na precariedade do ensino desde o fundamental envolvendo qualificação, motivação, governo e os fatores externos particular de cada individuo e se estendendo e agravando com o andar da carruagem gerendo assim uma bola de neve até nos confrontarmos com as exigências do mercado que não acompanha o ritmo da educação ou vice versa gerando assim ao meu ver um problems tão importante como a desigualdade social evidênte no Brasil.
maio 15, 2011 às 12:39 pm |
Gostei muito do texto, e no meu ver o grande problema da educação hoje estar na qualidade da formação de profissionais da educação, concordo quando no texto é citado que “é preciso abrir a carreira do professor do ensino médio” pois so assim e possivel um estudante desde de cedo se apaixonar pelo trabalho docente.
Acredito que muito dos desinteresse dos alunos, e devido a carência de professores conpetentes,pois se o professor não tem a capacidade de ministrar e dominar o assunto, não há interesse nenhum por parte do aluno em aprender.
maio 15, 2011 às 12:41 pm |
Uns dos maiores problemas do ensino médioseria a evasão dos estudantes, qual a causa desse problema? O desinteresse dos alunos, carência de professores de determinada area. Um dos principais desafios do ensino medio é o fato de que a educação básica é muito desigual, e que nem todas as pessoas têm condições de fazer o mesmo tipo de curso médio, o sistema não é formativo ele simplismente forma para a competição da universidade.
Nos paises europues quando se escole uma determinada area de conhecimento o aluno passa a estudar só aquela area de conhecimento escolida.
Se precisa criar leis mais especificas e dividir as responsabilidade do problema já que o ensimo fundamental tem parte e culpa e trás uma bagajem ruim para o ensimo médio. Já que o ensimo médio tem função de capacitar para o ensimo superior, e que tipo de proissionais estamos querendo formar nesse ensimo?
maio 15, 2011 às 12:57 pm |
A situação do ensino, nesse caso sendo destacado o Ensino Médio no Brasil, realmente é muito preocupante, tendo em vista a falta de interesse na melhoria do mesmo. Não sendo oferecido uma educação básica pertinente e necessária para a base do aluno, de nada adianta termos profissionais qualificadissímos para a eduação de Ensino Médio. Muito interessante a parte citada de ter-se um programa de apoio aos acadêmicos, para que os mesmos trabalhem durante a execução da faculdade e possam ingressar já na docência, contempla a eles uma motivação para maior aproveitamento em sala de aula, sendo que os mesmos estão na situação de professor também.
Uma idéia util ao sistema brasileiro é a escolha de algumas disciplinas na feitura do ensino médio para que o aluno se prepare melhor para a universidade, já que estão bem próximos a ela.
maio 15, 2011 às 1:00 pm |
A entrevista nos mostra a preocupação que várias classes da sociedade brasileira tem sobre da qualidade do ensio médio brasileiro ofertado aos nossos jovens. Concordo quando Scheartzman fala que o ensino médio deveria atender as necessidades de um sistema diversificado, pois as pessoas tem interesses diferentes. Acredito que se assim fosse, grande parte das pessoas conseguiriam chegar ao final dos programas, resultando em profissionais aptos a realizar suas atividades com excelência.
maio 15, 2011 às 1:01 pm |
A desigualdade, no emsino brasileiro ainda esta muito complexa cada vez mais um problema que envolvem a falta de vontade de governantes,as familias e muito mais outros requisitos.
maio 15, 2011 às 1:08 pm |
O ensino médio no Brasil realmente é formal, acadêmico, precário, sem qualidade, entre outros problemas, professores desmotivados e mal formados, portanto obsoleto e não atende às necessidades dos nossos jovens. Além da simplificação dos conteúdos e melhoria da qualidade do professor,como menciona o autor,é preciso melhor significativamente a estrutura da escola e inserir de forma efetiva o controle social, principalmente na gestão da escola, para que possamos atender as necessidades de nossa juventude, neste País de desigualdades sociais gritantes, reduzí-las é outro grande desafio para melhorar este ensino médio centralizado e único, sem opções parao estudante.
Uma saída é investir nas Escolas Técnicas com ensino integral, onde o aluno conclui o ensino médio com uma profissionlização, e aí eleecolhe o caminho do mundo do trabalho ou ensino superior, ou os dois ao mesmo tempo. As escolas Técnicas não são caras, como afirma o autor, cara é a referência do mesmo para o País. Educação Prossional e de boa qualidade das Escolas Técnicas Federais não é custo (cara) é investimento, quando se trata um País com o enorme potêncial como o Brasil, mas com desigualdades sociais aviltantes.
maio 16, 2011 às 11:38 pm |
O ensino medio tem uma problematica tanto na apredizagem quanto no ensino. O aluno se sente desmotivado pela difilcudade de inserir numa faculdade desejada pois nao foi bem preparado para competir no geral, e esse é um dos motivo da evasão. O professor que tambem nao esta preparado para lidar com esse publico contribui tambem para essa decadencia do ensino medio, a ideia de utilizar alunos de faculdade nas salas de ensino medio acredito uma tentativa interessante pois seria uma motivação para os alunos em almejar o melhor.
maio 17, 2011 às 1:33 am |
O Dr. Simon, na entrevista, aponta problemáticas da atual situação do Ensino Médio, que contribuem para a calamidade geral que está a educação brasileira. Vejo que cada vez mais cedo escolas particulares tem adotado já na educação infantil o “método conteudista” pensando na preparação do aluno para concorrido vestibular. Sem falar nas más condições de trabalho que nós professores vamos driblando. Realmente não conheço os modelos citados na entrevista, adotados em outros países, mas acredito que é sempre válido, em qualquer que seja a situação, pensarmos em soluções para melhorar a nossa educação, e consequentemente nossa sociedade.
junho 4, 2011 às 8:08 pm |
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junho 6, 2011 às 1:16 pm |
O Brasil vive correndo atraz sempre foi assim, faltou curso tecnico colocaram, investiram em educação superior, vem autro apagão em curso tecnico, o aumento tecnologico e nada de profissional na area de TI, outro apagão falta professores nas exatas e outras areas de formação, foi previsto o apagão na educação, não seria o momento de investir na formação de professor da insentivos para que despertasse o interesse pela classe, ou so numeros maravilhosos”governo oferece mais de 80 mil vaga para formação de professores mas pouco mais de 10 mil vagas foram prenchida, como os proffessores vai abrir mão de estar com a familia depois das 22horas se trabalham tres periodos para manter se vivo sem nenhuma politica ou proposta de insentivos …
mas nunca houve o investimento nescessario na educação basica, onde estão as vagas nas faculdades as poucas que tem faltam profissionais para atuar, temos que mudar essa forma de ingresso na universidade ou sempre vamos viver no apagão da profissão….
junho 8, 2011 às 12:35 am |
o autor deixa bem claro que é necessario investir no professor para que se alcance um ensino de qualidade, pois professores mal formados são portanto mal remonerados e assim vai seguindo a educação brasileira. Mas sou jovem e ainda acredito que viverei em um Brasil melhor e que haja educação de qualidade para todos´pois tenho fé e a fé remove montanhas.
junho 8, 2011 às 1:23 am |
Segundo a entrevista, um dos problemas para o fracasso do ensino médio é o Currículo Nacional. Não que a idéia de se ter um currículo nacional seja ruim, pelo contrário devemos sim ter uma linha geral a seguir. O problema é a forma como o currículo foi elaborado, de cima para baixo, sem a participação dos profissionais da educação, parte essencial na execução do mesmo. Vemos assim, que´o currículo é apenas uma atividade de poder para a manutenção da ideologia.
A política curricular é uma ideía boa e necessária, mas ela deverá ser a racionalização do processo de desenvolvimento do currículo nomeadamente com a regulação do conhecimento, este deverá corresponder a realidade escoalr, necessitando do desempenho do papel de cada ator educativo dentro de uma dada estrutura de decisões relativo à cosntrução do projeto formativo. Por isso, o currículo deverá ser participativo, para que a aprendizagem de fato seja alcançada.