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Leia o “post” abaixo. Sua linguagem é simples e objetiva, porém o “cara” deu o recado dele. Abração,
Luciano Almeida Ferreira.
O professor ruim está em toda parte. Com certeza estará lendo esse artigo e já começa a se preocupar com o que vem adiante. Não se preocupe! Ao final, você saberá o que não fazer na sua próxima aula. Prometo!
Entretanto, pior do que um professor ruim, somente vários professores ruins em uma mesma turma. Esse assunto é tão importante que o MEC deveria exigir das instituições de ensino que colocassem nas salas dos professores: “O MEC ADVERTE: PROFESSOR RUIM É PREJUDICIAL À FORMAÇÃO DO EDUCANDO!”
Vou focar minha análise na educação superior, mas muitos conceitos a seguir aplicam-se a educação básica também. Mas, nas faculdades, nos centros universitários e universidades, essa praga é maior, pois a LDB/1996 não exige dos docentes uma formação prévia para o exercício da docência. Entende-se que, possuindo cursos de pós-graduação, o sujeito pode ser professor.
É verdade que os programas de pós-graduação stricto senso, em sua maioria, não introduzem a disciplina de didática do ensino superior em sua estrutura curricular. Raras exceções nos cursos de educação. Por isso, cursos como direito, administração, engenharias, e os de saúde possuem profissionais do ensino sem uma formação docente específica. Desconhecem as noções básicas de didática, chegam a uma sala de aula acreditando que poderão ser içados à condição de docentes.
Um professor ruim ignora o que venha a ser didática. Sendo esta a “arte de ensinar”, é preciso que o candidato à docência no ensino superior tenha mínima noção dessa importante ciência. Devendo buscar sua formação em cursos de especialização, mestrados e doutorados que apresentem tais conteúdos em seus projetos curriculares. Ou, pelo menos, a leitura de livros sobre o tema.
Lamentavelmente, existem docentes que entram em sala de aula sem elaborar um plano de ensino da disciplina; um plano de aula e principalmente sem esclarecer aos seus alunos os conteúdos da disciplina que irão ministrar. Os objetivos da disciplina não são repassados, pois não tinham atentado para essa questão. A bibliografia a ser utilizada em sala de aula não reflete a realidade de seu curso, pois muitas vezes sequer participam das reuniões do departamento por acreditar que não somará nada à sua atividade (ou não dispõem de tempo suficiente para participar das sessões). Desconhece a realidade de seu curso e de sua instituição. E ainda indicam livros, que não solicitaram ao seu coordenador e, que não constam na biblioteca de sua faculdade, trazendo dores de cabeça para a instituição.
O professor ruim não possui critérios para a avaliação dos alunos. Para ele avaliar é a fase mais divertida de sua aventura acadêmica, posto que terá um instrumento para intimidar seus alunos e, assim, confia que poderá “controlá-los”. E quem sabe até ser homenageado na colação de grau, pois poderá flexibilizar suas exigências. Tornando-se “bonzinho”.
O “bom professor ruim” (desculpem a contradição, mas é verdade) acredita ser o centro das atenções em sala de aula. Foca suas energias no ensino, desprezando a aprendizagem. Não é inovador e não desperta em seu público o interesse pela matéria. Suas aulas são monótonas, cansativas, não havendo interação com a turma. Renovando esse perfil a cada semestre. E o pior: ainda chega atrasado à aula e a termina antes do tempo previsto.
O professor ruim transforma-se em um replicador de leituras. Leu em casa e passa para os alunos no outro dia. Esquece que a geração orkut chega à aula com milhares de mega bits de informações. A arrogância e a criação de barreiras na relação com o alunado fazem parte de sua personalidade. Evidencia maior que o docente está despreparado para exercer com maestria a arte de ensinar.
Esse perfil de professor não sabe nem portar-se em sala. Fala baixo; escreve muito no quadro; é desorganizado; não instiga os alunos a participarem das aulas; usa tecnologias, de maneira errada (professor data-show), para passar o tempo de sua aula; não realiza chamada; não registra nos diários de classe os conteúdos ministrados e repete a mesma aula da semana anterior. Ele é o caos… No final do ano ele será dispensado, pois não saiu do padrão acima.
FONTE: http://www.mauriciodenassau.edu.br/artigo/listar/rec/323
agosto 25, 2010 às 1:32 pm |
É realmente ser professor não é facil, mas precisamos não se enquadrar nesse perfil, e se não conseguirmos…. devemos mudar de profissão, pois não matamos apenas um…. se esse for nosso perfil matamos uma ou varias tumas inteiras!!!
setembro 22, 2010 às 11:59 am |
É o “professor-matador”, rsrsrs. “Mata” muita gente de raiva, “mata” a criatividade, “mata” ideias e iniciativas de qualquer um que resolva não pensar de modo não-linear ou cartesiano, “mata” anseios, sonhos, aspirações etc. É isso. Um abração,
Luciano.
agosto 27, 2010 às 12:12 pm |
O professor ruim…. na verdade é o professor que não se importa com a arte de ensinar, ou a arte de desenvolver-se e orientar o desenvolvimento dos outros humanos. Estamos cheios destes professores, não por que as instituições são desorganizadas ou lutam por isso, mas sim por que os alunos de hoje pagam (e caro) para estudar e não cobram nada, estão atrás do título. Depois arrumar um bom emprego (pague bem), mesmo que seja para ser professores… Professor na verdade é muito mais que tudo isso. É mais do que o texto diz que deveria não ser, rsrsrs. Lutar por um país melhor é lutar pela sociedade melhor, para tanto devemos lutar por educação de qualidade e não de quantidade. Ainda que sejamos preguiçosos deveríamos nos doar para buscar mais e mais estudo e trabalho, pois nunca conseguiremos sem estes caminhos. Lembro-me como se fosse hoje que tinham muitos professores como este, entretanto maioria de meus colegas os idolatrava ninguém queria estudar, ninguém queria nada por nada….. E os professores que costumeiramente dava exemplo, tinham aulas preparadas, eram exigentes, mas não perversos. Não se focavam nas notas, mas sim no processo de aprendizagem, não olhavam para fórmulas cartesianas (como figuras geométricas fechadas) que o objetivo único, “era decorar”, mas sim para a aplicação da lógica absorvida e utilizada Doutrina de René Descartes, seria um bom exemplo de um modelo a ser seguida, rsrsrs, para chegar ao mesmo fim. Portanto, tive três ou quatro bons professores que eram detestados por serem rigorosos, mas tinham uma boa didática, em compensação tive uma porção muito grande de bons professores ruis.
AAGT – ITOP – Didática II
Sejamos mais professores comprometidos e menos professores ridículos. Sejamos agentes de transformação social.
agosto 28, 2010 às 12:37 am |
É intrigante o texto acima pois mesmo que não admitemos uma ou outra característica do mau professor, com certeza alguma coisa das que foram expostas já cometemos.
Mas ao mesmo tempo o texto nos mostra que devemos nos auto-avaliar quanto a prática pedagógica, pois carregamos conosco vícios e devemos corrigi-los para não nos tornrmos um lixo dentro do processo educacional.
setembro 22, 2010 às 12:06 pm |
Repensar a prática pedagógica… já ouvi muito isso e concordo, contudo deixo um alerta aqui quanto aos clichês “pedagógicos”… o “repensar” a prática é um deles. Dizer isso é bonito e “politicamente” correto, rsrsrs. Porém, isto é realmente necessário dentro e fora de sala de aula (não somos educadores apenas no ambiente escolar, não é mesmo?). Ah… não quero fazer parte de nenhum “lixão” não, hehehehe! Abração e sucessos em sua caminhada,
Luciano.
agosto 28, 2010 às 11:10 am |
O despreparo do docente é uma parte da falência do sistema , “acha” que todo graduado é capacitado a ministrar algum conteúdo, pode até o ser em forma de palestras, seminários, etc..mas quando colocado em uma sala para ter um conteúdo continuo, regular, como um grupo heterogêno de pessoas, ai a coisa fica esquisita.Para quem deseja a docência deve buscar capacitar-se de forma pedagógica, evitando seu desgaste profissional e pessoal (agora temos de analisar conteúdos antes de se jogar a pedra, já que existem matérias em nível superior que por mais pedagógico que seja o professor sempre serão temas de queixa, calculo, anatomia, fisiologia, etc…)
Didatica II -turma j
agosto 30, 2010 às 12:48 pm |
O sistema de ensino superior, técnicos contém algunas falhas, uma dela é o ingresso de professores sem a menor noção de didatica e como se comportar perante a materia, pois só saber o assunto não é o suficiente, mais sim como preder a atenção das alunos em sala de aula, fazer uma boa programação das aulas, um planejamento mensal de toda a materia…
luciane de paula ITOP
agosto 31, 2010 às 1:39 pm |
saber conteudo especifico é facil pois o professor estudou a tecnica para saber do assunto, agora unir esse conteudo especifico com a didatica dentro de sala que é complicado refletindo tudo o que foi citado no texto. A didatica dentro de sala é fundamental para a melhora no planejamento e no resultado esperado pelo professor.
agosto 31, 2010 às 8:50 pm |
Na verdade já passei por situações assim em sala de aula, professores sem ,didática nenhuma e que sabem o conteúdo mas não tem a didática da aula, estão ali simplesmente para jogar a matéria e por motivos financeiros, já que tem os tais titulos e as vezes querem também só seguir a parte de pesquisas que agora são cobrados nas universidades. Sala de aula tem que ser feita com paixão e gosto.
setembro 21, 2010 às 3:45 pm |
Também penso que “paixão e gosto” são, dentre outros, os “temperos” necessários para que sua aula não fique insípida. Abração,
Luciano.
agosto 31, 2010 às 8:57 pm |
Não acredito que somente buscar formação em cursos de especialização, mestrado e doutorado seja o suficiente para ser um bom professor, mas principalmente ter conhecimento e experiência na área e acima de tudo gostar daquilo que faz.
setembro 21, 2010 às 3:47 pm |
Pois é… Esforçar-se por “fazer bem” o que NÃO se gosta… deve ser horrorosamente terrível! E tem gente que faz disso profissão… É isso. Abraços,
Luciano.
setembro 1, 2010 às 10:54 pm |
Pra ser sincero, percebi que tenho algumas dessas péssimas características. Vou me esforçar para eliminá-las o quanto antes.
Acredito que apenas o conhecimento e experiência não reflete um bom professor. Sou da área tecnológica, tive professores super experientes e que sabiam muito, porém sua didática era péssima.
setembro 27, 2010 às 1:20 pm |
“Enxergar-se” é o primeiro passo em direção a uma correção de trajetória… Penso que é por aí. Está indo bem, rsrs. Lembre-se que uma “boa aula”, por vezes, é mais “transpiração” do que “inspiração”, hehehhe. Portanto, dedique-se muito, não desanime, inove quando for possível e verá os resultados! É hora de “suar a camisa”! Abração,
Luciano.
setembro 2, 2010 às 2:44 pm |
Saber o conteúdo e ser desinibido é fácil, difícil mesmo é ser professor com disciplina, conteúdo, e planejamento.o nosso país tem muitos assim despreparado, que está na escola somente por causa do dinheiro (não digo nem salário que é tão pouco por ser um educador). más ao contrário desses tem muitos competentes. bom seria se todos sem excessão fossem assim ” o professor”.
setembro 4, 2010 às 1:16 am |
É lamentavel tudo isso, pois os departamentos e instituição que cuidam da educação e os proficionarios que nela exercem essa função tão importante na vida do ser humano, perderam o controle da formação de professores e a seleção de proficionais bons que ainda existem. Não existem professores ruins, mas sim pessoas que presisam sobreviver apesar de tantos estudos, iguinoram as didaticas que faz parte da preparação de uma boa aula para os estudantes.
setembro 4, 2010 às 12:25 pm |
O bom professor é o que tem conhecimento, e sabe repassar para o aluno sua didática , pois de que adianta ele saber é não conseguir que os alunos entendam sua linguagem?Ser professor não é so ter um diploma, é muito mais que isso, por este motivo nós como futuros professores devemos nos auto-avaliar quanto a nossa didática em sala de aula e corrigi-la para não sermos só mais um.
setembro 5, 2010 às 2:06 am |
O grande problema é que muitas vezes a docência não é seguida por vocação, mas sim por última opção. A pessoa tenta todas as outras profissões e por falta de mercado de trabalho ou qualificação, acaba “caindo de pára-quedas” na docência. Como estudante sofri muito com isso, docentes que lecionavam por obrigação, sem nenhuma paixão, isso é muito frustrante. Acaba levando os estudantes ao comodismo e à falta de interesse e dedicação. Sei que ainda exixtem os apaixonados pela educação, mas infelizmente o sistema tende a exterminá-los dia após dia. Comentário pessimista de alguém que ainda quer ingressar na docência por paixão e por acreditar que o “bom bom professor” é a única caminho para a mudança verdadeira da realidade do país. Sempre enfatizo que talvez por ainda não estar nessa área, vejo de uma forma muito útopica, mas acho que sem paixão à profissão não existe profissional motivado. =)
setembro 5, 2010 às 4:25 pm |
Tenho muito pouco experiência em sala de aula e o que motivou-me a fazer uma pos graduação de docência foi para poder me preparar para ministrar aulas de forma diferente daquelas que aprendi na universidade com professores que tem muito conhecimento cientifico, porem nenhum ou muito pouco conhecimento didatido. Não quero cometer os mesmos erros. abraços
setembro 5, 2010 às 8:14 pm |
Hoje, e o que mais acontece no ensino superior, professor sem qualificação para exerce profissão de docente. Cabe a instituição fazer uma triagem dos professores, sabe com e seu desempenho na sala de aula e sua organização e o principal, a instituição fornecer qualidade de trabalho para um bom desempenho dos professores.
setembro 5, 2010 às 9:24 pm |
AT[E QUE PONTO O PROFISIONAL DE EDUCAÇAO É RESPONSAVEL PELO SUCESSO. QUESTIONA-SE O PROFESSOR RUIM COMO PARCELA NOMADES DA EDUCAÇAO. O PAIS E REGENTE POR FATOS POLITICOS QUE IMPOEM LEIS E NORMAS. MAS ESQUECEM DOS VALORES ESPECIFICOS QUE PROMOVE O DESENVOLVIMENTO COM QUALIDADE.
setembro 5, 2010 às 11:02 pm |
Uma nuvem não sabe por que se move em tal direção e em tal velocidade. Sente apenas um impulso que a conduz para esta ou aquela direção. Mas o céu sabe os motivos e os desenhos por trás de todas as nuvens, e você também saberá, quando se erguer o suficiente para ver além dos horizontes.” no cenário atual da educação como podemos avaliar um profissional que nao seja especifico na área de formação. Como avaliar um aluno que tem dificuldade de comunicação sabendo que o potencial é a escrita. A Educação esta tumultuada de profissionais com diversas formações atuando em áreas incompatível com sua graduação.
setembro 5, 2010 às 11:18 pm |
Você enquanto trabalhador tem que adotar determinadas posturas e seguir os padrões que a empresa exige. Para ser professor não é diferente, tem que ter conhecimento, responsabilidade,compromisso e principalmente gostar do que faz. Encontramos nas escolas e universidades os famosos professores “bicos” são esses os ditos “professores” que acabam com o ensino, pois, encaram a educação como renda extra, diante disso surge a falta do planejamento, do conhecimento, das aulas “chatas”, desmotivadas, estas pessoas que prefiro não chamá-las de professores, não tem a educação como prioridade. As instituições deveriam colocar como requesito nº 1 para o candidato o DOM a VOCAÇÃO e não só o diploma. Diploma se adquire, vocação não. Tem que gostar do que faz, isso serve para todos os profissionais.
setembro 6, 2010 às 3:04 pm |
Infelizmente este texto retrata a realidade de muitas instituições de ensino superior. Podemos perceber hoje com o surgimento de muitas instituições de ensino superior de ‘ponta de rua” onde a preocupação não está na formação de bons profissionais mais sim de fabricar mais e mais profissionais mediocres, e estes irão formar pessoas medíocres e assim por diante, se torna um ciclo que passa o defeito a diante.
setembro 21, 2010 às 3:53 pm |
Putz! Triste isso hein? Dizem que mediocridade gera mediocridade, né? Não sei se existem IES que deliberadamente querem formar profissionais medíocres, rsrsrs. Mas é lamentável a falta de compromisso, de ética e competência de “muitos” dos “envolvidos” no processo educativo… É isso. Abração,
Luciano.
setembro 6, 2010 às 7:24 pm |
Infelismente essa e a realidade d muitas escolas e universidades e um professor mal qualificado impede que o aluno atinja seu pleno potencial.
setembro 7, 2010 às 12:58 am |
Fiquei felicíssima em saber que de acordo com a leitura desse texto tenho demonstrado que estou ensinando e apendendo com meus alunos de pós-graduação de maneira correta. Minhas aulas são planejadas com dinâmicas, músicas, leituras de textos, painés de discussão, atividades interativas em grupo, enfim, o bom docente é aquele que vivencia um plano de ensino inspirado na ação~reflexão e reação.
setembro 7, 2010 às 5:22 pm |
as vezes nos professores temos que fazer uma alto avaliação conosco mesmo, como trabalhamos?, como comportamos como professores? como planejamos?, será que estamos atigindo a espectativa de nossos alunos?. E outros, porquê as vezes A DIDÁTICA DO PROFESSOR RUIM nos acedia.
setembro 7, 2010 às 7:43 pm |
Nooooossa esse texto é a mais pura realidade, mais é muito engraçado. Penso que o professor que aceitou o desafio de ser professor deve saber usar da famosa didática e atrair a atenção do aluno, pois como no texto mesmo fala o aluno de hoje da geração orkuteira já chega com vários megabytes. Cabe ao professor ser o instigador do aluno, ensinar o aluno a querer buscar o conhecimento e não apenas repassar o conteúdo. Ah são pra finalizar, ameei a frase : “O MEC ADVERTE: PROFESSOR RUIM É PREJUDICIAL À FORMAÇÃO DO EDUCANDO!” kkkkkkkkkkkkkkk’
setembro 14, 2010 às 3:46 pm |
Costuma fazer mais mal que o próprio cigarro, hehehhe. Tem muito professor por aí cuja principal preocupação é repassar o conteúdo, outros nem isso conseguem fazer! Porque o conteúdo (informação) está cada vez mais acessível… está na hora deste professor perceber que seu papel em sala mudou e, portanto, sua postura e didática tem que ser “outras”! Abração,
Luciano.
setembro 7, 2010 às 9:24 pm |
Esse texto mostra a crua . realidade d varios educadores dizer que é professores que não tem o ingrediente pra dar aula.
setembro 8, 2010 às 1:47 am |
Essa é a realidade brasileira. mas não é o fim acredito nas novas formações de professores.
Mas para ser um bom professor tem que amar e inovar a cada dia e assim envolver seus alunos na famosa sala de aula.
setembro 8, 2010 às 3:14 am |
Professor como este que descreveu existe aos montes, são falsos profissionais de educação que destroem o futuro de varias crianças todos os dias nas escolas brasileiras. Um professor ruim pode impedir que uma criança atinja seu pleno potencial. Quando as crianças recebem uma instrução melhor, elas tendem a se desenvolver em uma ótima trajetória. Quando a instrução é menos eficiente, que é o caso de aulas desse tipo de professor o potencial não é melhorado e acaba por “emburricar” o jovem aprendiz.
setembro 8, 2010 às 12:31 pm |
Muitos de nós que estamos nesta pós não temos experiência em sala de aula. Contudo na nossa vivência como alunos em vários momentos nos deparamos com professores que deixaram a desejar, quer seja na educação básica, ou mesmo no ensino superior. Ao comentarmos sobre a questão do “professor ruim”, observamos que, como fala o texto, a própria legislação deu um sinal verde para que muitos profissionais migrassem para o ensino superior, o que foi um desastre em termos de aprendizado. Notadamente muitos se esforçam para ministrar um aula que convença aos alunos e, porque não dizer a sí próprio, mas o gargalo da didática vem sempre a tona, causando-lhe embaraços e o empurra empurra fica presente neste limiar. Não podemos esquecer de falar que muitas vezes o problema está inserido na própria proposta didática que a entidade de ensino insere para os professores, e mais, a falta de recursos materiais nas instituições prendem o desenvolvimento do aprendizado(aluno/professor). Ao focarmos na educação superior, notamos que para se ter uma renda maior, o professor trabalha em várias entidades de ensino, e a sobrecarga de trabalho o impede de planejar melhor suas aulas, com isso o faz de conta se torna presente em todo lugar. Então, muitos são os “professores ruins”, e também muitos são os obstáculos a serem banidos da educação superior.
setembro 8, 2010 às 1:31 pm |
Infelizmente nossas escolas, faculdades, universidades estão cheios de professores ruins ou bom professores ruins, mas justamente por não serem cobrados não se preocupam em se especializar para poder passar o melhor da profissão aos alunos…
setembro 8, 2010 às 4:12 pm |
Para ser professor, não basta uma boa formação academica, acima de tudo tem que gostar do que faz; isso o motivara a ser um bom professor, a ter uma aula dinamica, a ser diferente (incomparavel) e a ser lembrado e homenagiado na colação de grau (o prof. Luciano por exemplo…rsrsrs). Uma coisa me chamou atenção no final do texto; diz que no final do ano o mal professor sera dispensado por não entrar nos padrões…mas e o tempo perdido e a aprendizagem não adquirida durante todo o ano, será recuperada quando? Resposta: Nunca. É por isso que encontramos pessoas ja formadas com dificuldades em diversas areas…é que no passado, ela teve um professor ruim.
setembro 9, 2010 às 2:41 am |
Nossa essa é a realidade de hoje! Um bom professor é aquele que sabe explicar repassar tudo o que sabe , ter sua didatica mastigada para passar ao aluno.Ser professor não é facil, mas nós como futuros, vamos mudar isso.
setembro 12, 2010 às 12:16 am |
Texto muito interessante…aborda uma realidade vivênciada em todas os níveis da educação.Problema serissímo!!!
setembro 13, 2010 às 1:51 pm |
Na verdade, a falta de didática dos professores vem desde que estes eram alunos. E como se espelhar em alguém? Alguns professores até estudaram didática e querem usá-las, mas quando estão em sala de aula não tem referência e acabam fazendo o mesmo que seus professores faziam, pois se acomodam com a rotina e não buscam novos métodos de aprendizagem.
setembro 21, 2010 às 1:30 pm |
Putz! Tem isso mesmo. As nossas “referências” exercem mais influência sobre nós do que imaginamos! Um grande abraço,
Luciano.
setembro 14, 2010 às 2:36 pm |
É um círculo de faz-de-conta. As instituições fazem de conta que têm em seus quadros excelentes profissionais, carregados de títulos ( genuínos adereços), os intitulados fazem de conta que sabem transmitir conhecimentos, e se arvoram de professores.
Os alunos fazem de conta que estão aprendendo, se qualificando, especializando, mestrando, se doutorando, quando na verdade, não estão nada. E assim, fecha-se o círculo do faz-de-conta.
Vão se formando, não só professsores, mas, toda espécie de profissionais ruins, que vão formar mais, mais, e mais. Alegra em mim saber, que algumas pessoas, pulam fora desse círculo e conseguem se dar bem. Mas, é preciso coragem. Aliás, como bem disse Milton:
“Mas é preciso ter força. É preciso ter raça. É preciso ter gana sempre … Mas é preciso ter manha. É preciso ter graça. É preciso ter sonho sempre …
setembro 14, 2010 às 3:13 pm |
Gostei de “genuínos adereços”, rsrsrs. Apesar de algumas generalizações… sei que sua queixa tem razão de ser. Infelizmente. Mas parafraseando sua paráfrase: que não nos falte a manha, a gana, a raça e a força que vem do sonho de quem sonha sempre “apesar de”. Abração. Tudo de bom! Apareça sempre!
Luciano.
setembro 15, 2010 às 10:20 pm |
Acredito que algumas posturas encontradas nos professores da educação básica são reflexos dos professores que temos na universidade, isso porque, embora sejam “formadores”, comportam-se de forma muitas vezes preconceituosa em relação aos seus alunos, achando que são detentores do saber, além disso, muitos não têm nem uma preocupação com a didática, e pior ainda é quando mostram o seu vísivel descompromisso com o ensino e a aprendizagem. O que me alegra, é saber que algumas universidades já estão exigindo em seus editais que professores que não sejam pedagogos apresentem pelomenos dois anos de experiência como docente. Até aí tudo bem… Mas, e o compromisso… ?
setembro 16, 2010 às 7:51 pm |
O professor hoje para realmente ser um bom ou ótimo, deve fazer ate milagres. Os alunos mesmo sendo de classe média baixa,estão sempre ligados aos conhecimento de tecnologia e acontecimentos do dia-a-dia. A educação familiar, o sistema e os direitos da criança e adolescente e não os deveres, issso talvez reflete muito nas escolas hoje. É claro que o professor deve planejar suas aulas, mas nem todas são executada de maneira desejada. O professor pedir para que o aluno busque e pesquise algo que não tem em livros da escolas, tem outros recursos como a internet, é o que já tem em quase todas escolas públicas e particulares.
O tom de voz baixo aprentemente é um problema, e sim a voz alta isso causa agitação as vezes termina o proprio perdendo o controle da situação.
setembro 19, 2010 às 2:13 pm |
Professor: ser dotado de paciência e sabedoria mútuas. Pelo menos assim que deveria funcionar um educando. Ser professor não é nem de longe uma tarefa fácil. Além de transmissor de conhecimento, é para muitos alunos, o espelho de muitas atitudes. Logo, se o professor desconhece o real papel da Didática, acaba se perdendo, não desempenhando sua função com segurança e convicção. Um bom professor tem que estar preparado para a realidade em sala de aula, papel este, que as universidades estão deixando a desejar.
maio 13, 2011 às 1:18 pm |
[...] http://lucianoaferreira.wordpress.com/2010/08/23/a-didatica-do-professor-ruim/ [...]
maio 17, 2011 às 3:16 pm |
O pior de tudo é que existem mais mal do que bons professores espalhado por ai e o mais intrigante é que os próprios são ferramentas para ajudar a mudar os índices da educação, mas parece não haver vontade própria.
Quanto aos cursos de pós graduação, acho que todos, independente se a pessoa não vá seguir a carreira educacional, deveria ter na grade curricular a disciplina de Didática, acho que ajudaria bastante!!
maio 18, 2011 às 2:47 am |
Embora nao queremos enxergar, mas é essa a nossa realidade. quem nunca teve um professor ruim? que nao tinha metodologia, que falava, falava e no final nao tinha dito nada de util ou que tivesse sido entendido. Enquanto nao for exigido um curso de capacitacao de metodologia, didática para que so assim os professores possam assumir uma sala de aula, estaremos sujeitos a essas aulas sem proveito, que apenas roubam o tempo dos alunos, muitas vezes um tempo que realmente nao se tem, mas pensando na melhoria do conhecimento vamos em busca e voltamos para casa frustrados com a qualidade de certos profissionais na area da educação.
maio 18, 2011 às 9:38 pm |
(Quem quer ser um bom professor tem que assistir uma aula do Prof. Luciano é a didática em pessoa rsrsrs ).
Nos professores devemos fugir do perfil de professor ruim, temos o dever e obrigação de ir em busca de uma melhor formação, encarar uma sala de aula bem preparados, não simplesmente chegar e deixa tudo por conta do improviso. Um bom professor conhece a realidade de seus alunos e se preocupa em honra a profissão que escolheu.
maio 19, 2011 às 3:56 am |
Bem que se vê muitos “mals” professores pelas universidades brasileiras. O mal professor deve deixar de ser a pessoa que só ensina, para se tornar a pessoa que ajuda os alunos a aprender.
maio 19, 2011 às 4:00 pm |
Pra esse texto posso falar pouco: Dar aula é uma profissão e deve ser encarada como tal. Não é um passa tempo, uma forma de alcansar a aposentadoria ou um complemento de orçamento. Requer estudo, conhecimento/domínio do que faz, com toda sua intencionalidade. As profissões, quando se apropriam de seus conhecimentos para adentrar em uma outra profissão (docência) não percebem que ela (a docência) torna-se a profissão em exercício e, como tal, requer suas peculiaridades. O saber ensinar é diferente do saber medicar (e outros saberes). Didatica ruim? Talvez nem saibam o que é didática e esse é o motivo principal da tal “didática ruim”.
maio 19, 2011 às 9:54 pm |
Hoje as nossas escolas,infelizmente,estao cheiass de professores que nao estao preparados,para estarem em salas de aulas.Pensam no salario e nao sabem que a arte de educar e ser um artesao da personalidade, da sensibilidade,da emocao e do amor pela profissao.
maio 19, 2011 às 9:57 pm |
O texto apresenta várias características do professor ruim, sem didática, mas cabe ressaltar as variáveis que leva a esta situação. Temos hoje um professor desmotivado, mal renumerado e principalmente mal formado. Quem forma um bom professor no Brasil? As Universidades? Que incentivo se dá para exercer esta profissão? Que considero a mais nobre do mundo. A maioria de nós recomendamos aos nossos filhos para não ser professor! Que sociedade é essa? Para termos um bom professor, precisamos investir na capcitação deste, capaz de apontar para uma virtude construtiva e reconstrutiva dos conhecimentos a serviço do processo educativo focado no aprendizado do aluno. É preciso capacitá-lo par ter o domínio dos saberes didáticos e o entrelaçamento da competência técnica com a competência didática, despertar a consciência de uma nova identidade docente que leve e eleve a ampliação das concepções do processo educativo, capaz de formar profissionais e cidadãos competentes, críticos e conscientes. É necessário que todos tenham sensibilidade ética e consciência política da importância do professor no processo de uma boa tranformação da sociedade.
maio 20, 2011 às 12:23 am |
O texto em si critica o comportamento de muitos “profissionais” da educação, mas não leva em consideração que a própria educação permite que eles sem ver didática do ensino superior possam lecionar, e assim lecionam.
É claro que depende do profissional procurar se qualificar para um melhor rendimento do seu trabalho.Mas quem é que fala para este pessoal que “o como” eles fazem não está bom? Que aponta outras maneiras de fazer para melhorar? E quando isto acontece sobre seu trabalho, o “profissional” muitas das vezes não abre espaço para a crítica.
julho 11, 2011 às 6:38 pm |
A profissão de professor não deve ser encarada só pelo um ganho a mais, requer acima de tudo “amor”. Concordo plenamente com o texto, quando cita que o professor ruim não sabe nem o significado de didática. Conheço um professor que diz que planejar é um documento de exigencia da instituição, ou seja, não sabe nem o significado de planejar e nem a sua importancia para o professor.