BLOG colaborativo.

Novembro 6, 2009 por lucianoaferreira

Leia o texto abaixo e comente. Abraços,

Luciano Almeida Ferreira

12 de julho de 2009, 20:20

Nosso amigo propõe a criação de um ambiente coletivo, com ideias moldadas em tempo real e inúmeras adições externas, selecionadas como apoio à formação de um conceito ou opinião. E dá a receita de como fazer.

Po Iuri Brito

O que é um blog?

Vamos iniciar pelo conceito. Você já se perguntou o que é um blog ou weblog? Parece óbvio: uma página pessoal, um registro de ideias ou posts. Enfim, uma evolução web 2.0 dos diários online. Ou, voltando ainda mais no tempo, um livro diário pessoal turbinado com tecnologia.

Pensamento oldschool à parte, quem lembra dos antigos diários pessoais ou caderno de opiniões enviado aos amigos para escreverem ou opinarem. Lembro disso nos anos 80; quem tem alguma ideia anterior?

Pois é, isso é um blog. Uma ideia oldschool transformada em ferramenta digital. Um conjunto de pensamentos organizados em uma time-line de datas. Quase um periódico de ideias e fatos. Que com o tempo foram ganhando acréscimos como sistemas de buscas para encontrar os assuntos relacionados, tags para sistematizar a informação por assuntos de interesses, até mega portais de referência para encontrar os melhores posts perdidos no tempo e espaço.

Enfim, uma grande evolução tecnológica da mesma ideia oldschool. Aquele velho diário pessoal, só que agora, remasterizado e em versão full HD!

Hey hey hey. Agora as perguntas. Até quando vamos continuar melhorando uma ideia ultrapassada? Quando voltaremos a atenção parar realmente rever a ideia original? Será que conseguimos quebrar um conceito de 30 anos atrás para buscar algo novo? Que tal implodirmos o conceito e realmente criarmos um ferramenta 2.0?

Vamos pensar juntos?

O que é pensamento colaborativo?

Para derrubar um conceito antigo, primeiro temos que inserir outro. Somente assim poderemos construir algo novo e talvez melhor. Não, não estou falando do blog, mas da formação de ideias e pensamentos que transformamos dia a dia. Essa é a essência da nossa construção, pensamentos colaborativos: ideias moldadas em tempo real com inúmeras adições externas, selecionadas por nós como apoio à formação e desenvolvimento de um conceito ou opinião. Somos enfim todos colaborativos.

Mas, afinal,  o que é ser colaborativo? O que é colaborar?

Não é o mesmo que concordar, comentar ou mesmo multiplicar. Colaborar significa contribuir com ou mesmo trabalhar com uma ou muitas pessoas em uma mesma obra. Enfim, construir em conjunto. Em web, colaborar significa contribuir com informação relevante.

Esse conceito, quando unido aos modelos atuais da internet, cria uma nova possibilidade, um novo canal de evolução coletiva. Sim, estou falando de um blog colaborativo, ou seja, a união de ideias (descritas em um blog) com um canal de colaboração (participação e evolução coletiva), criando uma fonte pessoal para transformar ideias e pensamentos. Diariamente atualizado, revisado e transformado, evoluindo em conjunto com seu autor.

Na teoria, tudo parece mais simples.

Vamos sacudir essa poeira e evoluir? Como você imagina um blog colaborativo? Pense alguns instantes antes de continuar a leitura. Tente criar um modelo para depois ler o que proponho. Qual a sua sugestão?

Como criar um blog colaborativo

Um blog colaborativo é muito mais simples e natural do que você imagina. Basta entender um conceito básico para que todo o modelo seja reconstruído.

Blog colaborativo significa que cada post é uma ideia. Se é a sua ideia é pessoal, então é uma opinião, uma visão parcial sobre algo. Como toda ideia parcial, ela está da mesma forma certa e errada, pronta para receber opinião de outros e ser evoluída. O conceito – seu blog colaborativo é um conjunto de pensamentos atualizados, sem data, diariamente revisados, atualizados e reconstruídos com base na opinião e colaboração de outros.

Esqueça as datas, esqueça os comentários, esqueça a autoria ou mesmo ideia original. Você está entrando em um mundo onde a sua opinião é transformada por adições de todos, que ao serem analisadas resultam em novos parágrafos, links e referências.

Bem-vindo à uma nova era, onde o seu pensamento mais atual passa a estar descrito em uma página, aberta e pronta para receber novas informações. Bem-vindo à nova era conhecimento, o verdadeiro pensamento coletivo. Bem-vindo à geração colaborativa.

Exemplo prático: revista digital

Para acalentar alguns corações tristes, tenho três boas notícias. A primeira é que descrevo abaixo um exemplo prático para visualizarmos um blog colaborativo. A segunda que está saindo do forno o primeiro blog colaborativo nacional (vou encarar essa bronca) e a terceira, que já tenho pronto o artigo “Dez passos para criar seu blog colaborativo”. Tudo ao seu tempo; hoje vamos ao exemplo prático.

Como seria um blog colaborativo para uma revista?

Primeiro, temos os autores. Cada um com a sua tag preferida, na qual vai expor ideias e opiniões.

Segundo, temos os leitores, que podem tanto comentar como colaborar com adições.

Terceiro, temos os artigos, que basicamente são os pensamentos do autor, modificado pelos leitores referenciados.

Na prática, temos uma simples sequência de ações:

  • 1. Autor cria artigo básico na área colaboração, incluindo a ideia geral, opinião geral e tag relacionada.
  • 2. Divulga aos leitores, que enviam contribuições, as quais o autor adiciona (se considerar relevante).
  • 3. Após três ou quatro ciclos de contribuição, o artigo é considerado pronto pelo autor (fechamento da ideia central)
  • 4. O artigo pronto é publicado pela revista referenciando o autor, tags e participantes.
  • 5. Após publicação, o autor realiza atualizações mensais, com base nas novas contribuições.

Simples assim. Não há mais mortes, conteúdo esquecido ou mesmo informação irrelevante. Cada artigo representa a opinião do autor e seus participantes sobre o assunto, adicionada em um ciclo virtuoso de melhoria e conhecimento.

Como última dica, lembre que não importa o quanto turbinamos uma ideia antiga. Ela pode até parecer novidade, mas sempre vai ser a mesma ideia oldschool se repetindo.

Como convite, experimente pensar e colaborar sobre esse assunto. Enviar opiniões, ideias, críticas e colaborações. Experimente acessar seu blog preferido e se perguntar como ele seria se fosse colaborativo.

Enfim, venha fazer parte da evolução desse pensamento. [Webinsider].

Repetindo o óbvio…

Novembro 6, 2009 por lucianoaferreira

Leia o texto abaixo e comente. Abraços,

Luciano almeida Ferreira.

Pessoas com mais de 15 anos – mesmo na condição de alunos – não são crianças crescidas. Da mesma forma que, no trabalho, um senhor de 50 anos não ouve do chefe “Vamos fazer um relatório bem bonitinho”, ele não deve vivenciar situações como essa na escola. O trato infantilizado é um dos motivos da evasão nas turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA) e nasce com a ideia equivocada de que se deve dar ao estudante, jovem ou adulto, o que ele não teve quando criança. Por causa disso, é preciso também mudar a abordagem e, muitas vezes, o conteúdo. Trabalhar com material didático infantil sem levar em conta as expectativas de aprendizagem e os conhecimentos prévios é um equívoco com a mesma raiz. A EJA tem de ser encarada como um atendimento específico, que pede um currículo próprio. Só assim o grupo vai aprender e tomar consciência do que está fazendo. Se o educador quiser abordar a origem do ser humano, deve tratar o tema de forma adulta, com respeito à diversidade religiosa – sem se desviar das propostas curriculares – e aprofundar a discussão científica, mais do que faria numa turma de crianças. E, embora a necessidade de respeito à vivência prévia valha para todos os alunos, seja lá qual for a idade deles, no caso de jovens e adultos essa é mais uma premissa fundamental. Cantigas e parlendas – usadas na alfabetização dos pequenos – podem ser substituídas por poesias, mais apropriadas para os leitores mais velhos.

FONTE: http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/modalidades/infantilizar-estudantes-eja-432129.shtml

EJA… este são seus objetivos?

Novembro 6, 2009 por lucianoaferreira

 

 

 

 

Não deixe de comentar o texto que se segue. Abração,

Luciano Almeida Ferreira.

TIMOTHY IRELAND  “Hoje sabemos do valor da aprendizagem contínua em todas as fases da vida, não só na infância e na juventude.”

A Educação de Jovens e Adultos (EJA) ainda é vista por muitos como uma forma de alfabetizar quem não teve oportunidade de estudar na infância ou aqueles que por algum motivo tiveram de abandonar a escola. Felizmente, o conceito vem mudando e, entre os grandes desafios desse tipo de ensino, agora se inclui também a preparação dos alunos para o mercado de trabalho – o que ganha destaque nestes tempos de crise econômica. “Hoje sabemos do valor da aprendizagem contínua em todas as fases da vida, e não somente durante a infância e a juventude”, afirma o inglês Timothy Ireland, mestre e doutor na área e especialista em Educação da representação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil.

Mais sobre EJA

[...] Diretor do Departamento de EJA do Ministério da Educação (MEC) de 2004 a 2007, Ireland foi o responsável pela coordenação da sexta edição da Conferência Internacional de Educação de Adultos (Confintea), o mais importante encontro do mundo na área, que ocorre apenas a cada 12 anos. Sediado em Belém do Pará entre os dias 19 e 22 de maio, o evento foi realizado pela primeira vez na América Latina. Nesta entrevista, concedida à NOVA ESCOLA antes do início da conferência, Ireland apresenta um panorama de sua área e fala das principais questões que preocupam os estudiosos e dos desafios ainda a vencer.

Quando o assunto é EJA, se pensa em primeiro lugar na alfabetização. Essa é a função principal dela?
TIMOTHY IRELAND A alfabetização é uma parte fundamental, mas não é a única. No Brasil, a EJA tem sido associada à escolaridade compensatória para pessoas que não conseguiram ir para a escola quando crianças, o que é um erro. A Unesco trabalha com o conceito dos quatro pilares, surgido do desafio apresentado por um mundo em rápida transformação: precisamos aprender a ser, a viver juntos, a fazer e a conhecer. Também há o desafio da participação, da inclusão e da equidade: como colocar em prática o conceito da inclusão, que prevê o atendimento das demandas de aprendizagem da vasta diversidade de grupos. O Brasil tem segmentos com características bem definidas, como os povos indígenas, as comunidades quilombolas, as pessoas mais velhas. Todos têm direito à Educação.

O que gerou tantas transformações nessa modalidade de ensino?
IRELAND
Isso ocorreu porque a Educação tem de acompanhar as mudanças que estão acontecendo e interagir com elas. O processo educativo, idealmente, começa na infância e termina somente na velhice. Dessa forma, a EJA tem de ser vista numa perspectiva mais ampla, dentro do conceito de Educação e aprendizagem que ocorre ao longo da vida.

O que essa aprendizagem contínua contempla?
IRELAND
O processo tem três dimensões: a individual, a profissional e a social. A primeira considera a pessoa como um ser incompleto, que tem a capacidade de buscar seu potencial pleno e se desenvolver, aprendendo sobre si mesmo e sobre o mundo. Na profissional, está incluída a necessidade de todas as pessoas se atualizarem em sua profissão. Um médico, um engenheiro, um físico, todos os profissionais precisam se requalificar. Em momentos de crise, como o atual, isso fica ainda mais necessário. É comum o trabalhador ter de aprender um novo ofício para se inserir no mercado. Na social (que é a capacidade de viver em grupo), um cidadão, para ser ativo e participativo, necessita ter acesso a informações e saber avaliar criticamente o que acontece. Além dessas, há outra dimensão de aprendizagem muito pertinente neste momento: a relação das pessoas com o meio ambiente. Todos nós temos a necessidade de nos reeducarmos no que se refere a essa questão. Precisamos praticar novos paradigmas de sustentabilidade e novos hábitos de consumo.

Qual a importância dos programas de alfabetização de adultos no Brasil?
IRELAND
Existe uma vontade política muito forte de reduzir as estatísticas de analfabetismo. Para um país que pretende ser uma potência mundial, ter um número significativo de pessoas que não sabem ler e escrever é um ruído na imagem. Também é essencial lembrar que esse é um dos indicadores usados para calcular o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Por fim, no campo pedagógico, a alfabetização representa o alicerce do processo de Educação, o portal pelo qual é necessário passar para poder continuar aprendendo.

Como adequar esses programas a um mundo em que o conceito de alfabetização tem se ampliado?
IRELAND De acordo com o conceito da Unesco, a alfabetização é a habilidade para identificar, entender, interpretar, criar, calcular e se comunicar mediante o uso de materiais escritos vinculados a diferentes contextos. Dessa forma, o essencial é compreender que ela não é mais entendida apenas como o domínio básico da leitura, da escrita e das operações matemáticas. Para uma pessoa realmente possuir essas habilidades, ela tem de concluir pelo menos o Ensino Fundamental.

Quais são os países mais bem-sucedidos na EJA hoje?
IRELAND
Existem alguns com uma forte tradição nessa área, como Inglaterra, França e Itália, que têm introduzido na legislação o conceito de Educação ao longo da vida. Em geral, os europeus reconhecem o papel da EJA para o futuro social e econômico. Entre as nações emergentes, também há bons exemplos. Um deles é a Coreia do Sul, que estabeleceu dois planos nacionais de cinco anos para o desenvolvimento da aprendizagem ao longo da vida. Outro é a China. Na América Latina, Cuba tem investido em Educação para todos e com qualidade. Prever verbas para a EJA é crucial para o desenvolvimento de qualquer nação.

Segundo dados da Unesco referentes à América do Sul, a taxa de analfabetismo no Brasil só não é pior que a do Peru. Por que estamos tão mal?
IRELAND Eu apontaria três fatores principais. Primeiro, a riqueza natural do Brasil. Talvez ela tenha contribuído para que a Educação não fosse prioridade. Com tantos recursos, parecia não ser necessário investir nas pessoas. O segundo é que, obviamente, oferecer ensino em um país do tamanho do Brasil é muito mais difícil do que em outros menores, como o Uruguai e o Paraguai. Por fim, creio que não exista uma valorização da Educação. Só recentemente os governantes começaram a entendê-la como essencial para o desenvolvimento sustentável. Durante muito tempo, ela não tinha valor social nem para o próprio povo.

Houve avanços nos últimos tempos?
IRELAND Um esforço muito maior tem sido feito recentemente, com investimentos nessa área. O fato de a EJA ter sido incluída no Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) foi fundamental para garantir uma fonte estável de recursos. Antigamente, se escolhia uma fase da Educação como foco, mas o governo atual tem uma visão sistêmica do setor e defende o investimento em todos os níveis de ensino.

O que falta para que o Brasil tenha menos demanda para a EJA?
IRELAND
Há um problema sério. Muitos jovens que saem da escola semianalfabetos se matriculam na EJA. Eles não deveriam migrar para essa modalidade por falta de qualidade na escola regular. Para que um nível não gere demandas desnecessárias para outro e como forma de garantir continuidade nos estudos aos que aprendem a ler e escrever, é necessário estabelecer um projeto de políticas de alfabetização articulado com outros níveis de ensino. Aliado a isso, é necessário também investir mais na profissionalização dos educadores.

Os professores não estão bem preparados para educar jovens e adultos?
IRELAND
Obviamente existem os que são muitos bons. Na maioria dos casos, os educadores desse público são improvisados e não têm preparo específico para atender esse público. Há formas diferenciadas de trabalhar com EJA e menos de 2% dos cursos de Pedagogia oferecem formação específica para esse fim.

Dados da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade mostram que a evasão no Ensino Fundamental na EJA chega a 20%. Como evitar isso?
IRELAND
Há diversas variáveis interferindo nesse processo. Muitas vezes, o estudante não deixa voluntariamente a escola. Faz isso por causa da família ou do trabalho. Também existe a questão da qualidade do curso oferecido. Falta pensar a EJA com base nas demandas de aprendizagem dessa clientela específica. É importante reconhecer que a maioria dos estudantes que procuram concluir a Educação formal também carece de qualificação profissional e, por isso, deve-se articular a formação deles com a Educação continuada.

Como isso pode ser feito?
IRELAND Há duas iniciativas do governo que representam um grande avanço na área: o Proeja (Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos) e o Projovem (Programa Nacional de Inclusão de Jovens).

Além dessa relação com o mundo do trabalho, há outras a promover?
IRELAND
Sem dúvida. O MEC tem um papel importante de coordenar políticas que busquem a interface com outros setores. Já há relações fortes com a comunicação e a saúde. Pesquisas mostram claramente que mulheres com maior escolaridade cuidam melhor do bem-estar dos filhos. Há outros pontos que permeiam os dois campos. Os ministérios da Educação e da Saúde, por exemplo, se articularam para providenciar exames de vista e óculos para os que estão matriculados no programa Brasil Alfabetizado. Isso já ocorria com crianças, mas o reconhecimento de que o problema também afeta os mais velhos é muito bom.

O que mudou na área desde a última Confintea, em Hamburgo? As metas estabelecidas foram cumpridas?
IRELAND
Na edição de 1997, abriu-se muito o leque de responsabilidades a que a EJA tinha de atender. Além de contribuir para o desenvolvimento de cada ser humano, ela tinha de contemplar a questão do mundo do trabalho e até a paz mundial. Foram criadas demandas além de sua própria capacidade. No período imediatamente posterior à reunião, houve muito otimismo. Achava-se que os compromissos iriam se reverter em novos investimentos e esforços por parte dos governos. Mas isso não se deu. Quando se fala da avaliação da Confintea de Hamburgo, hoje o que sobressai é passar da retórica para a ação.

Quais são, então, os desafios atuais?
IRELAND
Atender a expectativas criadas em Hamburgo e também contemplar a crise financeira e econômica, que resultou na recessão global. Não há como negar que a EJA tem demandas próprias. É impossível desenvolver programas de qualidade sem que os recursos estejam garantidos. Normalmente, nas escolas são improvisados o local para essas aulas, os materiais utilizados e os educadores. Pra resolver isso, a profissionalização do corpo docente e o enriquecimento dos ambientes de aprendizagem são fundamentais. Em termos de gestão, é essencial implementar políticas de forma mais efetiva, transparente, eficaz e responsável, envolvendo na decisão representantes dos segmentos que participam da EJA – como a sociedade civil.

Criar políticas é papel da Confintea?
IRELAND Em geral, a conferência estabelece linhas ou orientações políticas, mas é necessário que ela crie mecanismos para avaliar o que está sendo feito.

FONTE: http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/modalidades/eja-tem-agora-objetivos-maiores-alfabetizacao-476424.shtml

 

Vídeos EJA…VEEE…EJA e um “tal” de FREIRE!

Novembro 6, 2009 por lucianoaferreira

Assista os vídeos  abaixo e deixe aqui o seu comentário. Um grande abraço,

Luciano Almeida Ferreira.


Qual será o futuro de nossos netos?

Setembro 5, 2009 por lucianoaferreira

Leia o texto que se segue. Vale a pena ser lido. Um grande abraço,

Luciano Almeida Ferreira.

Olhando meus netos brincando no jardim, saltitando como cabritos, rolando no chão e subindo e descendo árvores surgem-me dois sentimentos. Um de inveja: já não posso fazer nada disso com as quatro próteses que tenho nos membros inferiores. E outra de preocupação: que mundo irão enfrentar dentro de alguns anos?

Os prognósticos dos especialistas mais sérios são ameaçadores. Há uma data fatídica ou mágica sempre aventada por eles: o ano 2025. Quase todos afirmam: se nada fizermos ou não fizermos o suficiente já agora, a catástrofe ecologicohumanitária será inevitável.

A recuperação lenta que se nota em muitos países da atual crise economicofinanceira, não significa ainda uma saída dela. Apenas que a queda livre se encerrou. Volta o desenvolvimento/crescimento mas com outra crise: a do desemprego. Milhões estão sendo condenados a serem desempregados estruturais. Quer dizer, não irão mais ingressar no mercado de trabalho, sequer ficarão como exército de reserva do processo produtivo. Serão simplesmente dispensáveis. Que significa ficar desempregado permanentemente senão uma lenta morte e uma desintegração profunda do sentido da vida? Acresce ainda que estão prognosticados até àquela data fatídica cerca de 150 a 200 milhões de refugiados climáticos.

O relatório “State of the Future 2009”(O Globo de 14.07/09) feito por 2.700 cientistas diz, enfaticamente, que devido principalmente ao aquecimento global, por volta de 2025, cerca de três bilhões de pessoas não terão acesso à água potável. Que significa dizer isso? Simplesmente que esses bilhões, se não forem socorridos, poderão morrer por sede, desidratação e outras doenças. O relatório diz mais: metade da população mundial estará envolvida em convulsões sociais em razão da crise sócio-ecológica global.

Paul Krugman, prêmio Nobel de economia de 2008, sempre ponderado e crítico quanto à insuficiência das medidas para enfrentar a crise socioambiental, escreveu recentemente: “Se o consenso dos especialistas econômicos é péssimo, o consenso dos especialistas das mudanças climáticas é terrível” (JB 14/07/09). E comenta: “Se agirmos da mesma forma como agimos, não o pior cenário mas o mais provável, será a elevação de temperaturas que vão destruir a vida como a conhecemos.”

Se provavelmente assim será, minha preocupação pelos netos se transforma em angústia: que mundo herdarão de nós? Que decisões serão obrigados a tomar que poderão significar para eles vida ou morte?

Comportamo-nos como se a Terra fosse só nossa e de nossa geração. Esquecemos que ela pertence principalmente aos que ainda virão, nossos filhos e netos. Eles têm direito de poder entrar neste mundo, minimamente habitável e com as condições necessárias para uma vida decente que não só lhes permita sobreviver mas florescer e irradiar.

Os cenários referidos acima nos obrigam a soluções que mudam o quadro global de nossa vida na Terra. Não dá para continuar ganhando dinheiro com a venda do direito de poluir (créditos de carbono) e com a economia verde. Se o gênio do capitalismo é saber adaptar-se a cada circunstância, desde que se preservem as leis do mercado e as chances de ganho, agora devemos reconhecer que esta estratégia não é mais possível. Ela precipitaria a catástrofe previsível.

Para termos futuro devemos partir de outras premissas: ao invés da exploração, a sinergia homem-natureza, pois Terra e humanidade formam um único todo; no lugar da concorrência, a cooperação, base da construção da sociedade com rosto humano.

Dão-me alguma esperança os teóricos da complexidade, da incerteza e do caos (Prigogine, Heisenberg, Morin) que dizem que em toda a realidade funciona a seguinte dinâmica: a desordem leva à auto-organização e à uma nova ordem e assim à continuidade da vida num nível mais alto.” Porque amamos as estrelas não temos medos da escuridão.

Leonardo Boff.

É nojento!

Setembro 3, 2009 por lucianoaferreira

“Click” no link abaixo e indigne-se você também. É nojento! Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de DEZ (10) anos! Dá nojo! É isso.

Luciano Almeida Ferreira.

“Click” aqui: Pedofilia Hamas

Come as you are!

Julho 7, 2009 por lucianoaferreira

O Jardim de Alá é uma lugar de gratificação, com as setenta virgens dadas ao mártir da fé. O Nirvana é um lugar de dissolvência do ser-individual no mar do ser-sem-saber-que-se-é. De fato, conforme a Palavra de Deus, a eternidade é gratidão em estado infinito; não gratificação, como Jardim de Alá, e nem tampouco é dissolvência, conforme a eternidade no Nirvana.

A eternidade é em gratidão.

O que é, se experimenta como absoluta gratidão. Por isto, desde já, as ações de graças santificam todas as coisas, visto que as remetem para o que elas são: coisas boas, conforme o Criador da criação original.

No Tempo—ou na Terra—, onde se sente dor, o clamor da carne é por gratificação. Assim, gratificação é a deusa suprema; e até os que a negam, a ela se sujeitam no pólo extremo de seu antagonismo: o masoquismo; ou até o sado-masoquismo; ambas as coisas também são formas de gratificação, só que pervertidas.

Na Terra o sentimento que mais estupra o instinto animal é o da gratidão, e não da gratificação. A fim de treinar e domar um bicho, estimula-se isto mediante a gratificação. Mas a fim de se ter um homem cheio de consciência se terá que esperar pela instalação da gratidão no coração dele; visto que este novo homem jamais aparecerá antes de nele haver feito habitação a gratidão.

Gratidão é a última “conquista” do ser…nos mergulhar nesse estado de reconhecimento feliz de que todas as coisas de fato cooperam para o nosso bem…sem porquês e sem praquês… A gratidão faz tudo fazer sentido, até quando tudo parece absurdo! Daí pra frente o mundo começa a se desproblematizar para gente. E tudo nele, no mundo, é simplificado para nós—até a morte—, pois a gratidão é a sabedoria feita doçura, não como compreensão, mas como entendimento. Compreensão acontece na mente. Mas o Entendimento é visão do espírito, e sabe existir em paradoxo, visto ser possível alcançar entendimento espiritual daquilo que a mente não tem como compreender, a fim de poder explicar… Mas a gratidão sabe explicar tudo o que não compreende, e a tudo entende como bom e bem, mesmo quando sabe só isto para si mesmo; ou ainda quando sabe em silêncio, doce silêncio, cheio de vozes felizes do coração, que celebram a bondade de Deus…entendendo até o que não se pode compreender, aceitando aquilo para o que não houve explicação que satisfaça a compreensão, discernindo aquilo que não está ao alcance dos sentidos, e se satisfazendo com todas as obras de Deus.

A gratidão é a maior invasão da eternidade no Tempo. A gratidão é a resposta do coração, cheio de Graça, aos fatos e percepções do ser. A gratidão é a única força com poder de manter nosso olhar incontaminado pelas amarguras deste mundo. Graças a Deus pelo dom inefável em Quem Tudo se faz ações de graças.

Caio Fábio

O que são cinco décadas?

Junho 18, 2009 por lucianoaferreira

Leia o texto que se segue e deixe aqui o seu comentário. Abraços,

Luciano Almeida Ferreira.

Quando meu pai morreu, chorei sobre seu corpo inerte, destruído por décadas de sofrimento – papai padecia do mal de Alzheimer. Meu primeiro instinto foi analisar os seus olhos, lindos, esverdeados, límpidos como a esmeralda. Agora estavam descoloridos, opacos, fúnebres. Suas pupilas perderam todo o brilho. Baixei as duas pálpebras e um choro trágico arrebentou; eu não conseguia conter dentro do peito o horror daquela hora. A morte é desalmada.

Papai estudou muito. Por anos, trabalhou como um burro de carga. Começava o dia às cinco e meia da manhã para pegar o ônibus lento, que se arrastava sonolento pelas madrugadas mornas de Fortaleza. Lecionava historia nos ginásios da cidade e gastava os domingos corrigindo pilhas de provas. Era meticuloso com a higiene e com a saúde. Alimentava-se bem, dormia cedo e tomava pelo menos três banhos por dia.

Um dia, papai passou a contar a mesma história, a comportar-se inconvenientemente, a ser violento. O diagnóstico com o nome de um alemão desconhecido, selava a sua sorte; e começava com a ruína do homem que eu tanto amava. Um homem bom e leal, com um senso de justiça aguçado. Como foi triste vê-lo destroçar-se aos poucos.

Vez por outra leio poetas que falam da morte, e que já morreram. Penso:  “será que, na época em que escreveram, se angustiavam? Imaginavam como seria o imponderável momento, o último suspiro”? Aquele derradeiro instante quando todos os livros lidos, todas as cidades visitadas, todas as raivas acumuladas, todos os cansaços, todos os beijos e todos as pequenas derrotas, perdem o sentido?

Aliás, qual o sentido da vida? Acertar com um roteiro previamente escrito? Procurar a Verdade? Aquela verdade definitiva que explica o porquê da flor no topo da montanha ou do vulcão submarino que alimenta as bactérias com o enxofre que a terra cospe?

Quando concebemos a vida em décadas, tudo fica muito fugaz. Que são cinco décadas? Tempo suficiente para colocar um adolescente, perigosamente, próximo do extremo risco; naquela faixa em que as companhias de seguro hesitam em calcular os prêmios.

Esgarçamos como punho de camisa. Não passamos de um sono furtivo; o sono dos cansados, que não percebem as longas horas da noite. Somos o conto ligeiro que a mãe lê para os filhos agitados.

Quando completei 40 anos, matriculei-me em um curso de poesia no Museu Lasar Segall. Na primeira aula, o professor indagou porque estávamos ali. Os que tinham a minha idade responderam que finalmente se davam a oportunidade de fazer o que sempre desejaram, mas que nunca haviam encontrado tempo. Significativo. Na meia idade, ao perceberem que a areia da ampulheta se acabava, todos queriam cumprir antigos sonhos.

Penso que o sentido da vida tem a ver com os desejos. A Escritura diz que devemos nos alegrar em Deus e ele satisfará os desejos do nosso coração. É isso! O sentido da vida deve ser cumprir ou abandonar os desejos que carregamos no escaninho da alma. Em minha infância pobre, quando ia à praia, minha única vontade era ter dinheiro para tomar uma Coca-Cola. Posso ter mudado os desejos, mas continuo procurando satisfazer os anseios do meu coração.

Tudo acaba em nada. Toda a ciência adquirida, toda a reputação conquistada, todo o poder demonstrado, tudo vira pó. Fechei o caixão do meu pai e pensei: “um dia farão a mesma coisa comigo”. Não consigo antecipar os meus últimos pensamentos – posso ficar caquético ou perecer subitamente. Enquanto não chegar esse momento fatídico, quero realizar os desejos que povoam o meu coração. Não sei aonde vou chegar, basta-me caminhar um dia de cada vez, sabendo que Deus fica satisfeito quando me vê feliz.

Soli Deo Gloria

Ricardo Gondim.

A água

Junho 4, 2009 por lucianoaferreira

Leia e comente o texto que se segue. Abração.

Luciano Almeida Ferreira.

Todo mundo tem saudade de uma mina – ainda que nunca tenha visto uma. É que na alma… Ah! Você não sabe o que é alma! Eu explico. Alma é um lugar, dentro do corpo, onde ficam guardadas as coisas que a gente amou e se foram. Elas se foram mas não morreram. O amor não deixa que elas morram. Ele as guarda nesse lugar chamado alma. Ficam lá, esquecidas, dormindo… Mas, de repente, a gente se lembra! E quando a gente se lembra, vem a saudade… Saudade é o que a gente sente ao se lembrar de uma coisa gostosa que foi embora… Onde estão as minas? Você nunca viu uma. Mas eu garanto: em algum lugar da sua alma, e na alma de todo mundo, há uma mina de água cristalina. E a gente gostaria de beber da sua água, com as mãos em concha…

O Pequeno Príncipe… Você já deve ter lido o livro. Se não leu, trate de ler. Não veja vídeo nem ouça o CD com a estória. Leia. Os vídeos são ruins porque eles não deixam a gente imaginar a imaginação da gente. O que está no vídeo é a imaginação de um outro. E os CDs não são humanos. Eles vão contando a estória sem parar, mesmo quando a gente gostaria que eles fizessem uma pausa. Quando a gente está lendo, ao contrário, a alma vai produzindo o seu próprio vídeo: a imaginação é um vídeo só nosso. Lendo, a estória fica sendo minha; é a minha estória. E é possível parar, quando quer, voltar atrás, ler de novo. O Pequeno Príncipe vivia num asteróide. Caiu, por acidente, aqui na terra e foi andando, encontrando-se com homens, conhecendo costumes, com olhos de criança. Tudo lhe parecia espantoso! Pois ele se encontrou com um homem que lhe tentou vender pílulas de matar a sede. “Para que servem as pílulas de matar a sede?” – perguntou o principezinho. O vendedor se espantou. Como era possível alguém tão ignorante, que não percebesse os benefícios da técnica e da ciência? E tratou de explicar: “Os cientistas e pesquisadores verificaram que, durante um mês, as pessoas perdem 30 minutos, só indo aos filtros, geladeiras e bebedouros para beber água. Gastam esse tempo porque têm sede. Se não tiverem sede elas não gastarão mais esse tempo. A pílula de matar a sede, como diz o nome, mata a sede. Não sentindo sede, não precisam beber água. Não indo beber água, economizam, por mês, 30 minutos.” O Pequeno Príncipe ficou espantado. “E o que é que eu faço com esses 30 minutos?”, ele perguntou. “Com esses 30 minutos você faz o que você quiser”, respondeu o vendedor. “30 minutos para fazer com eles o que eu quiser! Que coisa maravilhosa! E o que eu quero fazer com esses 30 minutos? Ah! Já sei! Se eu tivesse 30 minutos para fazer com eles aquilo que eu quero, eu iria tranqüilamente, andando até uma mina, para beber água…” Eu também gostaria de poder ir até aquela mina sobre que lhes falei, na última vez em que lhes contei sobre o mundo em que vivi na minha infância…

Mas as minas apresentam um problema: sede a gente tem o tempo todo; mas não há minas em todos os lugares. Isso era um problema sério para os homens que tinham de fazer longas caminhadas por lugares que não conheciam, para caçar. Eles não podiam ficar na dependência de encontrar minas que eles não sabiam se existiam, ao longo dos caminhos desconhecidos. E era também um problema para aqueles que trabalhavam na agricultura. Freqüentemente as minas ficavam muito longe do lugar do trabalho. E havia também o problema das pessoas doentes, fracas e velhas, que não tinham forças para caminhar até as minas.

Tem um ditado que diz: “É a necessidade que faz o sapo pular”. Tradução: “É a necessidade que faz a cabeça pensar”. Quando a gente não sente necessidade a inteligência não se move. Fica paradona, preguiçosa. E se recusa a aprender um punhado de coisas que, na escola, querem que ela aprenda. Às vezes a inteligência se recusa a aprender precisamente porque ela é inteligente! Ela pergunta: para que aprender uma coisa de que não necessito? Mas a sede é uma necessidade. Sem água a gente morre. E a inteligência logo se deu conta de que, se não houver um jeito de levar a água aos lugares onde não há minas por perto, há o perigo de morrer. E aí, pôs-se a pensar.

As mãos em concha são a solução simples para quem está ajoelhado ao lado da mina. Mas, e se a pessoa não puder se ajoelhar, por reumatismo ou velhice? Os homens observadores viram que há umas grandes folhas nas quais a água fica depositada, depois da chuva. Folhas de inhame. (É lindo ver as gotas de chuva, redondas e brilhantes, guardadas nas folhas de inhame. Quem viu uma vez não esquece. Fica guardado na alma… Perceberam, então, que as folhas de inhame podiam ser usadas para substituir as mãos. Com duas vantagens. Elas são muito maiores que as mãos: guardam mais água. E, por não terem dedos, a água não escorre pelo meio deles. Folhas de inhame substituem as mãos, quando aquilo de que se necessita é a água. Assim, passaram a usar folhas de inhame para pegar a água da mina.

Folhas de inhame para substituir as mãos… Quando a gente fala em tecnologia a gente pensa sempre em máquinas complicadas. Não é nada disso. Técnica é tudo o que se faz para melhorar algum órgão do corpo. Óculos são melhorias dos olhos. Facas são melhorias dos dentes. Arcos e flechas são melhorias dos braços. Sapatos são melhorias dos pés. Bicicletas são melhorias das pernas. Cotonetes são melhorias dos dedos. Pois foi assim que a técnica nasceu: quando os homens aprenderam que podiam usar coisas que encontravam na natureza como ferramentas para atender às suas necessidades.

Mas não é possível ir viajar levando água numa folha de inhame! Para levar água longe seria necessário um objeto que prendesse a água. Aí eles observaram uns frutos curiosos, parecidos com abóboras, que não serviam para comer, vazios por dentro, que nasciam de trepadeiras. Cabaças, cuias. A imaginação funcionou: cabaças são muito melhores que folhas de inhame. Cortadas no meio, funcionam como se fossem conchas grandes. Ou copos. (Os índios fazem lindos artesanatos sobre cuias. E os gaúchos, movidos pela necessidade de tomar mate, aprenderam que cuias são maravilhosas para nelas se preparar o chimarrão…). É fácil guardar água numa cuia. Inteiras, com um furinho que se tampa com uma sabugo de milho, vira um cantil. Cantis e garrafas são cabaças melhoradas. Mas, para não se ter o trabalho de ficar segurando a cabaça de água com a mão, pode-se amarrá-la com um cipó ou uma embira, à volta da cintura. Cipós e embiras são melhorias das mãos: as mãos ficam livres para segurar as armas ou as ferramentas. (Sei que você não deve saber o que é embira. Mas não vou explicar. De propósito. Se você estiver curioso, vá consultar o dicionário. Uma das coisas mais importantes que você deve aprender na escola é consultar um dicionário ou uma enciclopédia. Mais importante que “saber” é “saber achar”. O bom professor não é aquele que ensina coisa pronta; é aquele que ensina você a achar.)

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RUBEM ALVES.

Atividade (FEM/2009/1)

Junho 3, 2009 por lucianoaferreira

Na semana passada houve uma aula “tipo” expositiva sobre pôster. Foi proposto a produção de ensaios relacionados a qualquer dos conteúdos/temáticas pertinentes à disciplina.  Sugiro abaixo alguns temas:

- Sobre o FUNDEB.

- A “nova” proposta do ENEM.

- E-TEC BRASIL.

-Integração e articulação dos conhecimentos/conteúdos em processo permanente de interdisciplinaridade e contextualização.

- O ensino médio e o tema da adolescência.

Estas são apenas algumas sugestões… ok?

Abraços,

Luciano Almeida Ferreira.